Por Redação
A abertura da temporada 2025 do projeto MS ao Vivo levou cerca de 40 mil pessoas ao Parque das Nações Indígenas, em Campo Grande, na noite deste domingo (4). A estreia contou com o show “Escândalo Íntimo”, da cantora Luísa Sonza, e apresentação de abertura da sul-mato-grossense Paolla.
Com recorde de público na estreia, superando o show do Jota Quest em edições anteriores, o projeto começou com força total, segundo o secretário de Estado de Turismo, Esporte e Cultura, Marcelo Miranda.
“Nós estamos na nossa primeira edição com a Luísa Sonza, que traz um ritmo diferente, e já batemos o recorde nosso das outras edições, que era o show com Jota Quest, com trinta mil pessoas assistindo. Sem dúvida alguma vai ser uma temporada muito bacana, neste projeto que é incrível, é um projeto do Governo do Estado que leva cultura de forma gratuita nesse grande espaço que é o Parque das Nações Indígenas, celebrando a natureza, celebrando a nossa cultura”, afirmou.
Para o diretor-presidente da Fundação de Cultura, Eduardo Mendes, a recepção do público mostra que o evento acertou na escolha da atração.
“Temos o parque todo lotado, isso significa que a população comprou a ideia, veio, a ideia é essa, a gente tentar acertar cada vez mais no gosto das pessoas de Mato Grosso do Sul, de Campo Grande, trazendo atrações que essas pessoas vão ficar felizes, vão comparecer aqui no Parque das Nações Indígenas. Ano passado a gente fez uma estratégia de pesquisar os nomes que seriam importantes para este ano, e já começamos com um grande sucesso que é a Luisa Sonza, vem fazendo grande sucesso no Brasil inteiro, então eu acho que também é um dos motivos para que a gente possa cada vez melhorar o público e a atração aqui em Campo Grande”, declarou.
Luísa Sonza celebrou a recepção calorosa e afirmou estar animada com a apresentação. “Fiquei feliz com a recepção também, que desde o aeroporto com muitos fãs, a galera me recebendo com muito carinho, isso é muito importante. Já consegui dar uma espiadinha no público, estou feliz em voltar com o show ‘Escândalo Íntimo’, é um dos últimos shows de ‘Escândalo Íntimo’ aqui no Brasil, fico feliz e vou entregar o melhor show para vocês. São muitas emoções, eu acho que ‘Escândalo Íntimo’ é esse escândalo mesmo de várias sensações, emoções, tem de tudo um pouco, tem música para chorar, tem música para dançar, eu acho que essa mistura faz a gente ser o que a gente é, todos nós humanos tendo tantas formas e sensações e sentimentos, a gente está pronta para entregar um show lindo”, disse a cantora.
Antes da estrela principal, quem subiu ao palco foi a sul-mato-grossense Paolla, que iniciou sua carreira solo em 2017 e vem se destacando no cenário pop/funk do estado. Suas músicas autorais já ultrapassam 1,5 milhão de visualizações nas plataformas digitais.
No meio da multidão, o projeto cultural também foi celebrado por quem foi conferir de perto. A babá Maria Eduarda de Ávila Silva considerou o evento uma oportunidade de convivência e fortalecimento da cultura. “Gosto da Luísa Sonza, gosto da música ‘Penhasco’. Eu gosto da personalidade dela, própria, ela é bem autêntica”, afirmou.
A estudante de Direito Karolayne Aparecida da Silva ressaltou a importância de ter opções de lazer aos finais de semana. “Eu amo a Luísa Sonza. A Luísa é uma pessoa bem empoderada, eu acho que eu me vejo muito nela, a gente tem a mesma idade, eu vejo uma menina bem à frente do tempo dela, uma menina que não tem medo de nada, ela põe a cara pra bater, eu acho isso bem legal”, disse.
Já o dentista Igor Evangelista Ribeiro elogiou a proposta do evento e a performance da artista. “Eu acho legal, eu sempre venho, mesmo que eu não conheça muito bem o artista, mas eu venho, eu acho que todo mundo tinha que fazer parecido, aproveitar quando tem evento aqui na cidade. Eu gosto da Luísa Sonza, escuto no Tik Tok e no Instagram aí eu vim ver de perto para ver se é bacana mesmo. Eu acho legal porque é animado, ela dança, a energia é boa”, afirmou.
Também foi a primeira vez do estudante de Biomedicina Luiz Felipe Martins Cardoso no MS ao Vivo. Vindo de Dourados, ele elogiou a proposta de integração cultural do evento. “Eu acho muito bom, cria cultura, esse choque de música acaba unindo a gente de todas as cidades, tem gente que vem caminhar aqui no parque e acaba conhecendo o ritmo que todo mundo ouve no momento. Eu acho que ela é uma ótima poetisa na parte de música também. ‘Não sou demais’ é meu repertório favorito para começar o meu dia”, disse.